Compare os dois no mesmo prazo e veja qual sai mais barato — parcela, total pago e quanto você economiza. Grátis e sem cadastro.
A diferença essencial é quando você recebe o bem e quanto paga a mais. No financiamento você leva o bem na hora, mas paga juros compostos — que, em prazos longos, podem somar mais que o próprio valor do bem. No consórcio não há juros, apenas a taxa de administração (bem menor no total), mas você só recebe o bem quando é contemplado (sorteio ou lance). Regra prática: se precisa do bem já, financiamento; se pode esperar e quer pagar menos, consórcio.
No total, o consórcio costuma sair mais barato porque não tem juros — você paga só a taxa de administração da administradora. O financiamento cobra juros compostos, que encarecem bastante o valor final. Em troca, no consórcio você não recebe o bem na hora.
Quando você não tem pressa de receber o bem e quer pagar menos no total, ou quando pode dar um lance para antecipar a contemplação. É ótimo para planejar uma compra futura (carro, imóvel) pagando menos juros.
Quando você precisa do bem imediatamente — moradia, um carro para trabalhar. O financiamento entrega o bem na hora; você paga por essa antecipação na forma de juros.
É quanto a administradora cobra pelo serviço de gerir o grupo, diluída nas parcelas ao longo do plano. No consórcio ela substitui os juros do financiamento — por isso costuma ser bem menor que o custo total dos juros.
Sim, com um lance: você oferta uma parte do crédito para ser contemplado antes. Isso antecipa o recebimento do bem, mas exige ter esse capital disponível.